Categoria: Bem estar

Trabalhadores que ficam em pé faltam 3 vezes mais!


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Segundo uma nova pesquisa revelou que o trabalhador que passa muito tempo em pé e andando está exposto a riscos e lesões que podem ser nocivos para ele e também para o empregador. “O trabalho e a relação com os pés, tornozelos e joelhos” conta com 52 páginas de estatísticas. A pesquisa consultou 2.940 brasileiros entre março e junho deste ano.

Entre os dados, foi detectado que nos últimos 12 meses, 32% das mulheres e 25% dos homens que trabalham 8 horas em pé faltaram ao menos 1 vez ao trabalho. A razão são justamente as dores nos pés, tornozelos e joelhos causadas pelo tempo que se fica em pé. Em boa parte dos casos, o calçado inapropriado também piora as dores.
 

Dores em quem trabalha em pé

Dores acometem 94% dos funcionários que ficam 8 horas em pé.


 
“Comparando a incidência de quem fica sentado ao longo do dia, percebemos que as perdas que uma empresa tem ao deixar o trabalhador sofrendo são alarmantes” afirma Mateus Martinez, fisioterapeuta-chefe da Pés Sem Dor e co-autor da pesquisa.

Ainda segundo o levantamento, 94% dos funcionários que trabalham 8 horas em pé sentem dores nos membros inferiores. Abaixo estão outras estatísticas para os trabalhadores que passam 8 horas em pé e andando:

I. A maneira encontrada para fugir das dores é sentando. As trabalhadoras fazem isso 7 vezes por dia, já os homens sentam em média 6 vezes.
II. O ritmo de trabalho das mulheres cai em 48% e os homens produzem 32% menos.
III. A qualidade do trabalho piora. Mulheres e homens ficam 38% e 26% mais desatentos aos detalhes, respectivamente.
IV. Acidentes de trabalho são mais frequentes. Aproximadamente 7% destes trabalhadores sofreram algum acidente nos últimos 12 meses.
V. O humor piora 17,13% entre as mulheres e 12,89% entre os homens.
 

Trabalhador em pé

São muitos os trabalhadores que passam o dia de trabalho em pé


 
“O trabalho em pé é um risco para o empregado e também para o empregador. As empresas precisam se conscientizar e oferecer soluções. Reduzindo o sofrimento, elas terão mais produtividade e melhorarão o ambiente de trabalho” conclui Thomas Case, Ph.D., co-autor da pesquisa.

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