1/3 das mulheres já caíram do salto

São Paulo, abril de 2017 – Uma pesquisa realizada entre agosto e dezembro de 2016 revelou dados sobre uso, comportamento e dores das mulheres com os calçados de salto alto. “O Salto Alto e a Mulher Brasileira” possui 72 páginas com estatísticas coletadas entre 1.835 brasileiras respondentes.

A autoria é de Thomas Case, Ph.D., fundador da fabricante de palmilhas ortopédicas Pés Sem Dor. “Uma das curiosidades mostradas pela pesquisa é que 35,7% das mulheres já sofreram quedas usando sapatos de salto alto. 22% já caíram mais de quatro vezes! As mulheres sofrem para ter elegância.” Brinca o autor.

Um dado surpreendente revelado é o de que 55,4% das brasileiras já torceram o tornozelo quando usaram salto. A frequência das torções aumenta conforme o IMC:

55% já torceram o tornozelo; frequência aumenta conforme o peso.
55% já torceram o tornozelo; frequência aumenta conforme o peso

Para o fisioterapeuta Mateus Martinez “o modelo de salto ‘plataforma’ é o mais recomendado para evitar desequilíbrios. No caso de uma entorse ou lesão, o uso do calçado tem que ser imediatamente interrompido, independente do modelo.”

Ainda segundo o especialista, as mulheres que precisam utilizar saltos no trabalho devem também usar palmilhas ortopédicas. “Em caso de necessidade do uso do salto, palmilhas sob medida reduzem em mais de 40% as pressões no antepé.” Conclui Martinez.

A Pés Sem Dor é a primeira a confeccionar palmilhas ortopédicas sob medida em escâneres e impressoras 3D. Foi criada em 2009 pelo americano Thomas Case, que também é fundador da classificados de emprego Catho. Já atendeu mais de 50 mil pessoas e conta com parceiros na Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos e China.