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Quando um indivíduo tem uma das pernas menor que a outra chamamos de desigualdade ou diferença de membros inferiores. Até mesmo nos casos mais discretos, essa desigualdade pode ocasionar desalinhamentos e dores, principalmente para os praticantes de atividades físicas repetitivas e/ou de impacto.

Imagem ilustrativa mostrando um exemplo de um esqueleto com diferença de membros.

Diferença de membros

Mais da metade da população apresenta alguma diferença entre os membros, sendo que 9 a cada 10 pessoas tem uma perna maior que a outra, com a grande maioria dos casos sendo assintomática. Essa desigualdade pode ser estrutural, quando é causada por ossos de tamanhos diferentes, funcional, quando existe algum desalinhamento que cause a diferença, como, por exemplo, uma escoliose (coluna em curva), ou ambiental, quando é causada pelo ambiente, como um corredor que faz sua atividade em uma rua com desnível. De acordo com o estudo “Is structural and mild leg length discrepancy enough to cause a kinetic change in runners’ gait?” também existe a classificação pelo tamanho, como:

1. Classificação da desigualdade de membros por tamanho

Classificação da diferença de membros por tamanho

Diferenças menores que 1 cm dificilmente são diagnosticadas e tratadas, pois, normalmente, não têm sintomas, mas se sabe que a partir de 0,5 cm de diferença já se tem alterações para caminhar e correr e que, se houver o aumento das cargas de exercício e atividade, o paciente pode ter sintomas.

Assista ao vídeo abaixo sobre pernas com tamanhos diferentes:

 

CAUSAS

Se a causa da diferença de membros for funcional, um mau alinhamento estará relacionado. As causas podem ser:

Da pelve ou da coluna (como é o caso das escolioses);

Dos joelhos e tornozelos (que tornaram um membro mais encurtado que o outro);

De fundo muscular (com uma musculatura mais fraca ou mais tensa que a outra, causando desalinhamento).

A causa também pode ser estrutural, na qual existe uma diferença de tamanho entre os ossos e/ou estruturas. Isso pode acontecer por:

Alterações congênitas ou genéticas;

Traumas com fraturas que consolidaram de maneira errada;

Problemas de consolidação das fraturas;

Traumas e infecções que podem ter perdas ósseas;

Osteoartrose, que acaba desgastando a cartilagem e os ossos.

 

SINAIS E SINTOMAS

Como já foi dito, a grande maioria das pessoas que têm uma diferença no tamanho das pernas não apresenta sintomas, mas esse desalinhamento pode causar incômodos e dores, principalmente se o indivíduo for praticante de alguma atividade física repetitiva ou de impacto.

As regiões mais suscetíveis a dores e a deformidades, quando existe uma desigualdade entre os membros, são:

Lombar, que sofrerá com a diferença e apresenta dores miofasciais;

Pés, que podem apresentar uma deformidade em equino (ficar na ponta do pé) pela tentativa de compensação, além de dores pelo desequilíbrio na distribuição de peso;

Artrose nos joelhos, quadris e coluna;

Escolioses e desvio da cabeça e pescoço;

Fraturas por estresse, normalmente no membro menor;

Aumento do gasto energético para andar e realizar as atividades diárias.

 

PREVENÇÃO E TRATAMENTO

Em casos graves o ortopedista pode optar por uma intervenção cirúrgica para tentar amenizar a diferença, mas normalmente é feita apenas em crianças e adolescentes. A utilização de sapatos especiais também pode ser adotada nos casos mais graves.

Mesmo que não haja sintomas e a diferença entre os membros seja pequena é muito importante fazer uma compensação dessa medida, para que o indivíduo não conviva com isso e sofra com dores e lesões no futuro. A melhor maneira de fazer essa compensação é por meio de:

Fisioterapia, que auxiliará na melhora da mecânica e desalinhamentos, e na redução dos sintomas;

Uso de palmilhas Pés Sem Dor.

 

PALMILHAS PÉS SEM DOR® PARA DIFERENÇA DE MEMBROS

A palmilha Pés Sem Dor compensará a diferença de altura com uma elevação no retropé e, consequentemente, realinhará todo o corpo e eliminará todas as dores, além de prevenir a progressão dos desalinhamentos. A compensação pode ser feita integralmente (de acordo com a diferença de membros) ou pode ser feita de forma progressiva, para que o corpo se adapte à correção.

As palmilhas só podem ser utilizadas em casos que a diferença seja de 2 centímetros ou menos, nos casos que a diferença é maior que 2 centímetros, o aconselhável é o procedimento cirúrgico e o uso de sapatos especiais.

Imagem ilustrativa das palmilhas ortopédicas Pés Sem Dor

Palmilhas ortopédicas sob medida Pés Sem Dor